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	<description>Consultoria Empresarial</description>
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		<title>Projeto proíbe pagamento em espécie de boleto com valor acima de R$ 1,5 mil</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Feb 2012 01:07:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Câmara analisa o Projeto de Lei 2847/11, do deputado Manato (PDT-ES), que proíbe o pagamento com dinheiro em espécie de faturas, boletos e cobranças em geral em valor superior a R$ 1,5 mil. O deputado afirma que&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Câmara analisa o Projeto de Lei 2847/11, do deputado Manato (PDT-ES), que proíbe o pagamento com dinheiro em espécie de faturas, boletos e cobranças em geral em valor superior a R$ 1,5 mil. O deputado afirma que a medida ajudará a combater a sonegação fiscal e a informalidade na economia, além de dificultar o acesso de criminosos ao dinheiro em espécie.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a proposta, a proibição valerá para o pagamento de fatura realizado por pessoa física ou jurídica, a qualquer instituição comercial, financeira, bancária, de crédito ou prestadora de serviço ou a outra pessoa física.</p>
<p style="text-align: justify;">O infrator ficará sujeito ao pagamento de multa de 1% do valor total da cobrança. Na primeira reincidência, a multa é elevada a 2%. Na segunda reincidência, a 3% e, assim, sucessivamente, até o máximo de 10% do valor da cobrança.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Combate às fraudes</strong><br />
Manato argumenta que vários países já proíbem o pagamento de faturas com dinheiro em espécie a partir de determinado valor. Ele afirma que, na Itália, a evasão fiscal foi reduzida após a proibição de pagamentos em espécie em valor superior a 5 mil euros (cerca de R$ 11,5 mil).</p>
<p style="text-align: justify;">Na França, são proibidos pagamentos em espécie acima de 3 mil euros (cerca de R$ 7 mil) para o consumidor, e de 1,1 mil euros (cerca de R$ 2,5 mil) para os comerciantes. “A diminuição do uso do dinheiro em espécie é uma tendência mundial. Alguns preveem mesmo o fim do uso de notas e moedas, com os pagamentos sendo feitos somente por meios eletrônicos”, diz Manato.</p>
<p style="text-align: justify;">O deputado destaca que esse fenômeno, além de gerar melhor arrecadação de impostos e ajudar no combate à informalidade, contribui para a segurança pública. “Grande parte dos criminosos pratica seus delitos ao subtrair quantidades em espécie, sobretudo de mulheres e idosos”, afirma.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tramitação </strong><br />
O projeto tramita em caráter conclusivo e será examinado pelas comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; de Defesa do Consumidor; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Fonte: <a title="Projeto proíbe pagamento em espécie de boleto com valor acima de R$ 1,5 mil" href="http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/CONSUMIDOR/409756-PROJETO-PROIBE-PAGAMENTO-EM-ESPECIE-DE-BOLETO-COM-VALOR-ACIMA-DE-R$-1,5-MIL.html" target="_blank">Agência Câmara de Notícias</a></p>
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		<title>Representante do FMI alerta sobre risco de China ser atingida por crise na zona do euro</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Feb 2012 00:49:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Renata Giraldi*<br />
<em>Repórter da Agência Brasil</em></p>
<p style="text-align: justify;">Brasília – O representante do Fundo Monetário Internacional (FMI) na China, Murtaza Syed, disse hoje (22) que os chineses podem ser “duramente” atingidos se os 17 países que integram&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Renata Giraldi*<br />
<em>Repórter da Agência Brasil</em></p>
<p style="text-align: justify;">Brasília – O representante do Fundo Monetário Internacional (FMI) na China, Murtaza Syed, disse hoje (22) que os chineses podem ser “duramente” atingidos se os 17 países que integram a zona do euro entrarem em acentuada recessão. &#8220;A economia chinesa se abranda, mas continua a ser um ponto brilhante na imprevisível economia global&#8221;, disse ele.</p>
<p style="text-align: justify;">Pelas previsões do FMI, o Produto Interno Bruto (PIB) chinês deverá crescer acima de 8%o em 2012 e 2013, representando abrandamento de 1 ponto percentual em relação aos 9,2% registrados em 2011. No ano passado, a inflação foi 5,4%. &#8220;[A inflação na China] desce para níveis mais confortáveis e o mercado imobiliário está em deflação&#8221;, disse Syed.</p>
<p style="text-align: justify;">O representante do FMI alertou que o crescimento da economia chinesa cairá &#8220;abruptamente&#8221;, se a zona euro entrar em &#8220;acentuada recessão&#8221;, mas considera que o governo chinês &#8220;tem espaço&#8221; para responder à situação e lançar um novo pacote de estímulos financeiros, como fez no outono de 2008.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar da redução das exportações para a União Europeia, a economia da China cresceu acima de 10% em 2009 e 2010. A economia chinesa é a segunda maior do mundo, seguida pelos Estados Unidos.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>*Com informações da agência pública de notícias de Portugal, Lusa//Edição: Graça Adjuto</p>
<p>Fonte: <a title="Representante do FMI alerta sobre risco de China ser atingida por crise na zona do euro" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-02-22/representante-do-fmi-alerta-sobre-risco-de-china-ser-atingida-por-crise-na-zona-do-euro" target="_blank">Agência Brasil</a></em></p>
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		<title>Previsão de crescimento da economia é mantida em 3,3% no ano</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Feb 2012 00:46:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Kelly Oliveira<br />
<em>Repórter da Agência Brasil</em></p>
<p style="text-align: justify;">Brasília – Analistas do mercado financeiro consultados pelo Banco Central reforçam há duas semanas a previsão de que a economia brasileira (Produto Interno Bruto – PIB) irá crescer 3,3%&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Kelly Oliveira<br />
<em>Repórter da Agência Brasil</em></p>
<p style="text-align: justify;">Brasília – Analistas do mercado financeiro consultados pelo Banco Central reforçam há duas semanas a previsão de que a economia brasileira (Produto Interno Bruto – PIB) irá crescer 3,3% este ano. Para 2013, a previsão segue inalterada em 4,1% desde a pesquisa divulgada na semana passada.</p>
<p style="text-align: justify;">A expectativa para o crescimento da produção industrial no ano caiu de 2,7% para 2,5%. Para 2013, permanece em 4%.</p>
<p style="text-align: justify;">A projeção para a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB passou de 36,9% para 36,7% este ano e de 35,5% para 35,05% em 2013.</p>
<p style="text-align: justify;">A expectativa para a cotação do dólar ao final do ano segue em R$ 1,75, tanto para 2012 quanto para 2013.</p>
<p style="text-align: justify;">A previsão para o superávit comercial (saldo positivo de exportações menos importações) passou de US$ 19,1 bilhões para US$ 19,5 bilhões em 2012 e de US$ 14 bilhões para US$ 15 bilhões no ano que vem.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o déficit em transações correntes (registro das transações de compra e venda de mercadorias e serviços do Brasil com o exterior), as estimativas passaram de US$ 68 bilhões para US$ 67,83 bilhões este ano e permanecem em US$ 70 bilhões em 2013.</p>
<p style="text-align: justify;">A expectativa para o investimento estrangeiro direto (recursos que vão para o setor produtivo do país) foi mantida em US$ 55 bilhões, tanto para 2012 quanto para o próximo ano.</p>
<p>Fonte: <a title="Previsão de crescimento da economia é mantida em 3,3% no ano" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-02-22/previsao-de-crescimento-da-economia-e-mantida-em-33-no-ano" target="_blank">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Empresas têm uma semana para entregar informe de rendimentos de 2011</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Feb 2012 00:44:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Daniel Lima<br />
<em>Repórter da Agência Brasil</em></p>
<p style="text-align: justify;">Brasília &#8211; As empresas têm mais uma semana para entregar aos empregados o informe de rendimentos com o imposto recolhido na fonte e demais pagamentos feitos em 2011. O&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Daniel Lima<br />
<em>Repórter da Agência Brasil</em></p>
<p style="text-align: justify;">Brasília &#8211; As empresas têm mais uma semana para entregar aos empregados o informe de rendimentos com o imposto recolhido na fonte e demais pagamentos feitos em 2011. O prazo termina no próximo dia 29, segundo o supervisor do Programa do Imposto de Renda, Joaquim Adir, e a multa por cada documento não entregue até a data é R$ 41,73.</p>
<p style="text-align: justify;">O documento é utilizado pelos trabalhadores para preencher a Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física 2012. As declarações devem ser entregues a partir do dia 1º de março. O último dia será 30 de abril. O <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-02-21/programa-para-preenchimento-da-declaracao-do-ir-estara-disponivel-no-dia-24" rel="nofollow" target="_blank">programa gerador da declaração</a> estará disponível na <em>internet</em> no próximo dia 24, às 18h.</p>
<p style="text-align: justify;">A Instrução Normativa com a aprovação do programa foi <a href="http://www.in.gov.br/imprensa/visualiza/index.jsp?jornal=1&amp;pagina=9&amp;data=22/02/2012" rel="nofollow" target="_blank">publicada hoje (22) no Diário Oficial da União</a>. Como nos anos anteriores, a Receita teve a preocupação de elaborar um programa gerador da declaração que funciona na maioria dos computadores e sistemas operacionais, sejam eles pagos ou não, como o Linux. O programa é de reprodução livre.</p>
<p style="text-align: justify;">As declarações poderão ser entregues pela <em>internet</em>, mediante a utilização do programa de transmissão Receitanet, disponível no<em> site</em> da Secretaria da Receita Federal ou em disquete de computador, nas agências do Banco do Brasil ou da Caixa Econômica Federal, durante o horário de expediente de cada instituição.</p>
<p style="text-align: justify;">A Receita Federal espera receber este ano mais de 25 milhões de declarações. Em 2011, foram enviados 24,37 milhões de documentos. As regras para a Declaração do Imposto de Renda 2012 foram publicadas no último dia 6 no <a href="http://in.gov.br/" rel="nofollow" target="_blank"><em>Diário Oficial</em></a>.</p>
<p>Fonte: <a title="Empresas têm uma semana para entregar informe de rendimentos de 2011" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-02-22/empresas-tem-uma-semana-para-entregar-informe-de-rendimentos-de-2011" target="_blank">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Código de ciência, tecnologia e inovação cria regime diferenciado para aquisição de bens</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Feb 2012 00:06:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Gilberto Costa<br />
<em>Repórter da Agência Brasil</em></p>
<p style="text-align: justify;">Brasília – O projeto de lei que cria o Código Nacional de Ciência Tecnologia e Inovação estabelece um regime diferenciado para a aquisição de bens e contratação de serviços.&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Gilberto Costa<br />
<em>Repórter da Agência Brasil</em></p>
<p style="text-align: justify;">Brasília – O projeto de lei que cria o Código Nacional de Ciência Tecnologia e Inovação estabelece um regime diferenciado para a aquisição de bens e contratação de serviços. Pela proposta, as instituições de pesquisa não precisarão mais cumprir todas as diretrizes da Lei de Licitações (Lei nº 8.666/1993) e do Regime Jurídico Único dos Servidores Públicos (Lei nº 8.112/1990).</p>
<p style="text-align: justify;">Conforme o texto em tramitação simultânea no Senado e na Câmara dos Deputados, as aquisições e contratações de equipamentos e materiais para as entidades de ciência, tecnologia e inovação (ECTIs) públicas poderão fazer seleção simplificada de fornecedores (a partir de três orçamentos colhidos em prazo de até 15 dias) ou mesmo contratações diretas, quando o valor global não ultrapassar os R$ 30 mil.</p>
<p style="text-align: justify;">A proposta também prevê que o pesquisador público sob regime de dedicação exclusiva poderá, “desde que sem prejuízo das atividades de ensino e pesquisa”, exercer atividades remuneradas de pesquisa e inovação em ECTIs privadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Para a presidenta da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Helena Nader, o código poderá “mudar alguns paradigmas” e flexibilizar as exigências legais que hoje chegam a inviabilizar atividades em laboratórios e centros de pesquisa, embora ela deixe claro que não gosta do termo flexibilização. “Flexibilizar dá uma conotação ruim, como fechar os olhos. Mas não é isso que queremos. Queremos ter o direito de exercer a função corretamente. Hoje está impossível”, avalia.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Helena, auditores e fiscais de órgãos de controle costumam ter interpretações diferentes sobre a legislação de prestação de contas. “É preciso ter uma interpretação homogênea da lei”, observa. Para a presidenta da SBPC, isso atrapalha o andamento de estudos e projetos e traz insegurança jurídica aos pesquisadores.</p>
<p style="text-align: justify;">Em parte, segundo os cientistas, a insegurança jurídica é causada pelas contradições das normas. “A Instrução Normativa 01/1993 impede que o servidor público faça alguma atividade fora da dedicação exclusiva dele. Por outro lado, a Lei de Inovação, de 2006, incentiva o pesquisador a promover a inovação fora da academia. Essas leis são contraditórias”, reclama Mario Neto Borges, presidente do Conselho Nacional das Fundações de Amparo à Pesquisa (Confap).</p>
<p style="text-align: justify;">Borges ressalta que “o arcabouço legal usado para ciência, tecnologia e inovação não foi desenvolvido para esta finalidade. É totalmente inadequado, está impedindo as atividades de CT&amp;I [ciência, tecnologia e inovação] ou, no mínimo, dificultando que essas ações possam ocorrer na velocidade desejada.”</p>
<p style="text-align: justify;">O gerente de Inovação do Instituto Euvaldo Lodi (IEL), Célio Cabral, concorda que o marco legal em vigor dificulta a atividade de pesquisa e inovação e lembra que, com boa intenção, o “arcabouço legal utilizado para a contratação de serviços e aquisição de bens foi feito para tentar impedir a corrupção”.</p>
<p style="text-align: justify;">O procurador Marinus Eduardo Marsico, integrante do Ministério Público no Tribunal de Contas da União (TCU), admite que “são justas” as alegações dos pesquisadores, porém lembra que a Lei de Licitações prevê a dispensa de exigibilidade. “Nem todas as atividades podem seguir todos os ritos”, diz. Para Marsico, a discussão deve ser feita no âmbito da lei em vigor. De acordo com ele, a criação de regime diferenciado para cada atividade específica “pode ser um desastre para a administração pública”.</p>
<p>Fonte: <a title="Código de ciência, tecnologia e inovação cria regime diferenciado para aquisição de bens" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-02-21/codigo-de-ciencia-tecnologia-e-inovacao-cria-regime-diferenciado-para-aquisicao-de-bens" target="_blank">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Cientistas defendem lei própria para regular atividade de pesquisa e inovação</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Feb 2012 00:03:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Gilberto Costa<br />
<em>Repórter da Agência Brasil</em></p>
<p style="text-align: justify;">Brasília – Cientistas lutam há mais de um ano pela aprovação de um código que crie mecanismos para estimular a aproximação entre centros de pesquisa e empresas privadas na&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Gilberto Costa<br />
<em>Repórter da Agência Brasil</em></p>
<p style="text-align: justify;">Brasília – Cientistas lutam há mais de um ano pela aprovação de um código que crie mecanismos para estimular a aproximação entre centros de pesquisa e empresas privadas na concepção de novos produtos e processos produtivos. Projeto de lei com esse objetivo foi proposto pelo meio acadêmico ao governo, que enviou o texto ao Congresso Nacional no ano passado.</p>
<p style="text-align: justify;">“É hora de o Brasil – que já tem Código de Trânsito, Código Penal, Código Florestal – ter também um código para a ciência, tecnologia e inovação. Isso vai ajudar o país a acelerar o seu desenvolvimento científico e tecnológico”, avalia o presidente do Conselho Nacional das Fundações de Amparo à Pesquisa (Confap), Mario Neto Borges. Em sua opinião, o código, que tramita simultaneamente na Câmara dos Deputados e no Senado, pode permitir maior inserção internacional da ciência feita no Brasil e aprimorar a fiscalização dos órgãos de controle.</p>
<p style="text-align: justify;">Além do desenvolvimento científico, há perspectivas de ganhos econômicos. O projeto de lei cria mecanismos para estimular a aproximação entre centros de pesquisa e empresas privadas, para que, juntos, promovam a inovação.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre esses mecanismos, está o compartilhamento, com empresas privadas, de laboratórios, equipamentos, instrumentos e materiais hoje disponíveis nas chamadas entidades de ciência, tecnologia e inovação (ECTI) públicas (como as universidades e as unidades de pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). De acordo com o projeto, as ECTI poderão ser remuneradas, bonificar os pesquisadores e celebrar contratos de transferência tecnológica.</p>
<p style="text-align: justify;">O projeto de lei ainda autoriza a União, os estados, municípios e as agências de fomento a fazer “concessão de recursos financeiros, humanos, materiais ou de infraestrutura” a ECTIs privadas com fins lucrativos. Empresas inovadoras poderão ser beneficiadas com subvenção econômica, financiamento, participação societária do Estado e encomendas para o desenvolvimento de tecnologia.</p>
<p style="text-align: justify;">A flexibilização dos mecanismos de apoio e a parceria entre Estado e iniciativa privada são propostas bem vistas no meio empresarial e poderão ser decisivas para reverter a tendência de diminuição da importância econômica da atividade industrial. “A inovação é uma saída para a chamada desindustrialização”, opina Célio Cabral, gerente de Inovação do Instituto Euvaldo Lodi (IEL) – vinculado à Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg).</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo ele, o país sofre processo prematuro de desindustrialização em função da invasão de produtos manufaturados importados a baixo custo, e a inovação pode reverter esse cenário, com redução de custo e diferenciação de produtos. “A inovação mostra-se como imperativo. Fazendo um paralelo, é como a qualidade total nas décadas de 1980 e 1990”, pondera Cabral. “É preciso gestão de inovação nas empresas. Temos que tratar a inovação de forma sistêmica e perene para que não seja uma iniciativa isolada”.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao tomar posse no mês passado, o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp, defendeu o novo marco legal para o setor. “É necessária uma estrutura legal que possibilite a interação público-privada. Precisamos também aperfeiçoar o marco legal e incrementar os mecanismos de incentivo à inovação para que mais empresas passem a realizar atividades de pesquisa e desenvolvimento de modo crescente e contínuo”.</p>
<p style="text-align: justify;">A presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Helena Nader, tem avaliação semelhante e considera o código importante para melhor inserção econômica do país. “Ou mudamos as leis ou fica inviável competir”, apontou.</p>
<p style="text-align: justify;">Há também a expectativa de que o código facilite a realização de contratos nas ECTIs públicas e a importação de insumos para a pesquisa, e assegure o acesso de cientistas brasileiros e de empresas nacionais ao patrimônio genético da biodiversidade no território brasileiro, tanto em pesquisas básicas quanto em estudos com finalidade industrial.</p>
<p>Fonte: <a title="Cientistas defendem lei própria para regular atividade de pesquisa e inovação" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-02-21/cientistas-defendem-lei-propria-para-regular-atividade-de-pesquisa-e-inovacao" target="_blank">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Proposta cria novas regras sobre aviso prévio</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Feb 2012 00:01:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Câmara analisa o Projeto de Lei 2845/11, do deputado Manato (PDT-ES), que estabelece novas regras sobre o aviso prévio e altera a lei que trata do tema (Lei <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2011/Lei/L12506.htm" target="_blank">12.506/11</a>). Manato argumenta que o texto em&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Câmara analisa o Projeto de Lei 2845/11, do deputado Manato (PDT-ES), que estabelece novas regras sobre o aviso prévio e altera a lei que trata do tema (Lei <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2011/Lei/L12506.htm" target="_blank">12.506/11</a>). Manato argumenta que o texto em vigor desde outubro do ano passado é muito sucinto e já gerou muitas dúvidas, tanto no âmbito do Executivo como no do Judiciário.</p>
<p style="text-align: justify;">A lei determina que o período de aviso prévio é de 30 dias para o empregado com até um ano de trabalho na empresa. A esse montante são acrescidos três dias por ano de serviço, até o máximo de 60 dias extras, totalizando um período de 90 dias.</p>
<p style="text-align: justify;">Manato considera, no entanto, que a legislação não deixa claro se o empregado com apenas um ano de serviço teria direito a 30 dias de aviso prévio e mais três dias pelo mesmo ano completado. Por isso, propõe que o texto da lei especifique que serão acrescidos três dias por ano de serviço ao aviso prévio a partir do segundo ano.</p>
<p style="text-align: justify;">O deputado também questiona a aplicação do aviso prévio em favor do empregador. “O novo aviso prévio também é direito do empregador, ou seja, se o empregado pedir demissão por ter em vista outro emprego, ou por outro motivo, deve avisar o patrão com meses de antecedência ou indenizar vários meses por não ter avisado?”, indaga. O projeto de Manato estabelece, então, que o empregado deverá cumprir aviso prévio de 30 dias ou terá que indenizar o empregador na falta do aviso.</p>
<p style="text-align: justify;">Manato ressalta ainda que não ficou claro na lei se o direito previsto na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT – Decreto-Lei <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del5452.htm" target="_blank">5.452/43</a>) de reduzir a jornada de trabalho em duas horas ou em uma semana durante os 30 dias seria estendida aos demais meses. Dessa forma, a proposta determina que o empregado terá direito a faltar sete dias por mês ou trabalhar duas horas a menos por dia durante o período de aviso prévio dado pelo empregador.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda de acordo com o projeto, os avisos prévios adicionais previstos em convenções coletivas de trabalho devem ser compensados com o aviso prévio proporcional.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tramitação</strong><br />
O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Fonte: <a title="Proposta cria novas regras sobre aviso prévio" href="http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/TRABALHO-E-PREVIDENCIA/409755-PROPOSTA-CRIA-NOVAS-REGRAS-SOBRE-AVISO-PREVIO.html" target="_blank">Agência Câmara de Notícias</a></p>
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		<title>Brasil doa recursos a países africanos para compra de alimentos</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 00:19:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Roberta Lopes *<br />
<em>Repórter da Agência Brasil</em></p>
<p style="text-align: justify;">Brasília &#8211; O Brasil doará US$ 2,375 milhões para que cinco países africanos – a Etiópia, o Malawi, Moçambique, o Níger e Senegal – comprem alimentos produzidos na&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Roberta Lopes *<br />
<em>Repórter da Agência Brasil</em></p>
<p style="text-align: justify;">Brasília &#8211; O Brasil doará US$ 2,375 milhões para que cinco países africanos – a Etiópia, o Malawi, Moçambique, o Níger e Senegal – comprem alimentos produzidos na própria região, informou a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO).</p>
<p style="text-align: justify;">O valor será investido em uma ação conjunta da FAO e do Programa Alimentar Mundial (PAM), também da ONU, definida em acordo assinado hoje (21) em Roma.</p>
<p style="text-align: justify;">Além de financiar o projeto, o Brasil deverá dividir com os parceiros a experiência do seu Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar, baseado na compra da produção de pequenos agricultores e distribuição a famílias carentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Pelo acordo, a FAO receberá US$ 1,55 milhão do aporte brasileiro para apoiar os agricultores africanos por meio da distribuição de sementes e fertilizantes. Os restantes US$ 800 mil serão repassados ao PAM, que deverá organizar as compras e a distribuição de alimentos a escolas e grupos mais vulneráveis.</p>
<p style="text-align: justify;">O acordo foi assinado pelo representante permanente do Brasil na FAO, Antonino Marques Porto e Santos; pelo diretor assistente do Departamento de Cooperação Técnica da FAO, Laurent Thomas; e pelo diretor adjunto do PAM, Amir Abdulla.</p>
<p style="text-align: justify;">O Programa Alimentar Mundial já compra compra alimentos produzidos regionalmente para seus programas e está executando um piloto chamado Compra para o Progresso (P4P), com o objetivo de encontrar formas de adquirir mais diretamente de pequenos produtores. O financiamento e a experiência brasileira com o programa de aquisição de alimentos dará novo impulso às compras de agricultores locais para a alimentação escolar.</p>
<p style="text-align: justify;">O projeto foi concebido para fortalecer os mercados locais, ajudando a melhorar a segurança alimentar e evitando futuras crises no setor.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>* Com informações da BBC Brasil//Edição: Graça Adjuto</p>
<p>Fonte: <a title="Brasil doa recursos a países africanos para compra de alimentos" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-02-21/brasil-doa-recursos-paises-africanos-para-compra-de-alimentos" target="_blank">Agência Brasil</a></em></p>
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		<title>União Europeia quer aumentar vigilância sobre sistemas financeiros de seus integrantes</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 00:16:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Renata Giraldi*<br />
<em>Repórter da Agência Brasil</em></p>
<p style="text-align: justify;">Brasília – Depois da aprovação do empréstimo para a Grécia, a União Europeia se reúne hoje (21) para definir a adoção de um documento que determina que todos os&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Renata Giraldi*<br />
<em>Repórter da Agência Brasil</em></p>
<p style="text-align: justify;">Brasília – Depois da aprovação do empréstimo para a Grécia, a União Europeia se reúne hoje (21) para definir a adoção de um documento que determina que todos os 27 integrantes do bloco aumentem a vigilância sobre seus sistemas financeiros. A iniciativa ocorre no momento em que vários países europeus, como a Grécia, Portugal e a Espanha, vivem de forma mais intensa os impactos da crise econômica internacional.</p>
<p style="text-align: justify;">A proposta se baseia no chamado “reforço” da governança econômica e mais rigor no sistema de vigilância. A ideia é evitar as ameaças à zona do euro já atingida pelos efeitos da crise internacional. Também está em discussão autorizar que a Comissão Europeia, responsável pelos temas econômicos do bloco, tenha permissão para monitorizar a execução dos orçamentos e, se necessário, solicitar alterações.</p>
<p style="text-align: justify;">Na madrugada de hoje, a União Europeia e o Fundo Monetário Internacional (FMI) aprovaram um segundo empréstimo à Grécia, para ajudar o país a evitar o calote dentro de um mês. Porém, a ajuda não resolve os problemas a longo prazo, segundo os analistas.</p>
<p style="text-align: justify;">A Grécia vive dias de tensão sob protestos constantes e críticas da população. O resgate, de 130 bilhões de euros para os próximos dois anos, permitirá ao governo grego pagar 14,5 bilhões de euros em dívidas que vencem em 20 de março.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>*Com informações da agência pública de notícias de Portugal, Lusa//Edição: Graça Adjuto</p>
<p>Fonte: <a title="União Europeia quer aumentar vigilância sobre sistemas financeiros de seus integrantes" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-02-21/uniao-europeia-quer-aumentar-vigilancia-sobre-sistemas-financeiros-de-seus-integrantes" target="_blank">Agência Brasil</a></em></p>
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		<title>Grécia obtém segundo empréstimo da União Europeia e do FMI para evitar calote e agravamento da crise</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 00:11:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Renata Giraldi*<br />
<em>Repórter da Agência Brasil</em></p>
<p style="text-align: justify;">Brasília – A União Europeia e o Fundo Monetário Internacional (FMI) aprovaram na madrugada de hoje (21) novo empréstimo à Grécia, para ajudar o país a evitar o calote&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Renata Giraldi*<br />
<em>Repórter da Agência Brasil</em></p>
<p style="text-align: justify;">Brasília – A União Europeia e o Fundo Monetário Internacional (FMI) aprovaram na madrugada de hoje (21) novo empréstimo à Grécia, para ajudar o país a evitar o calote dentro de um mês. A ajuda, porém, não resolve os problemas a longo prazo, segundo os analistas. É o segundo empréstimo obtido pelos gregos desde o agravamento da crise econômica internacional. O país vive dias de tensão sob protestos constantes e críticas da população.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Claro que esse resgate não resolverá o problema da Grécia, mas será uma ajuda imensa durante os próximos meses&#8221;, disse o diretor executivo do Centro para Estudos de Política Europeia, Karel Lanoo.</p>
<p style="text-align: justify;">O resgate, de 130 bilhões de euros para os próximos dois anos, permitirá ao governo grego pagar 14,5 bilhões de euros em dívidas que vencem em 20 de março. &#8220;É impossível saber agora por quanto tempo o país poderá aguentar antes de chegar novamente a um ponto crítico&#8221;, disse Lanoo.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Vai depender muito se o governo implementará as medidas de austeridade [combinadas com os credores internacionais] e com que velocidade. A Grécia precisa solucionar problemas acumulados durante anos para recuperar o equilíbrio&#8221;, observou o analista.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o diretor do Centro de Estudos Econômicos Bruegel, com sede em Bruxelas, Jean Pisani-Ferry, a Grécia “levará anos e talvez uma década” para reformar o país e corrigir seus desequilíbrios econômicos.</p>
<p style="text-align: justify;">As autoridades europeias reclamam que a Grécia passou muitos anos gastando mais do que arrecadava e que a situação não mudou com a concessão do primeiro resgate, de 110 bilhões de euros, em maio de 2010.</p>
<p style="text-align: justify;">O plano de austeridade imposto pela União Europeia e o FMI em troca da nova ajuda visa a recortar o gasto público grego em um valor equivalente a 1,5% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2012, com o objetivo de reduzir a dívida pública dos atuais 160% do PIB para 120,5% em 2020.</p>
<p style="text-align: justify;">Porém, a Comissão Europeia avalia que a conclusão do segundo resgate para a Grécia terá efeitos positivos também sobre os demais países vulneráveis da zona do euro, como Portugal, a Espanha e Itália.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>*Com informações da BBC Brasil e da agência pública de notícias de Portugal, Lusa//Edição: Graça Adjuto</p>
<p>Fonte: <a title="Grécia obtém segundo empréstimo da União Europeia e do FMI para evitar calote e agravamento da crise" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-02-21/grecia-obtem-segundo-emprestimo-da-uniao-europeia-e-do-fmi-para-evitar-calote-e-agravamento-da-crise" target="_blank">Agência Brasil</a></em></p>
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