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		<title>Expectativa das famílias sobre desempenho econômico do país dos próximos 12 meses continua alta, diz Ipea</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 02:59:37 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Stênio Ribeiro<br />
<em>Repórter da Agência Brasil</em></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Stênio Ribeiro<br />
<em>Repórter da Agência Brasil</em></p>
<p style="text-align: justify;">Brasília – O Índice de Expectativa das Famílias (IEF) sobre o desempenho socioeconômico do país dos próximos 12 meses continua alto apesar de ligeiro declínio constatado em abril, de acordo com pesquisa divulgada hoje (16) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).</p>
<p style="text-align: justify;">Feita no mês passado, com 3.810 pessoas de todas as regiões, a pesquisa mostra que o IEF caiu de 67,7 pontos para 67 pontos, de março para abril. Mas, apesar dessa leve queda, os técnicos do Ipea constataram que os brasileiros mantiveram o otimismo verificado desde abril de 2011. O otimismo das famílias chegou ao ponto máximo em janeiro, quando marcou 69 pontos.</p>
<p style="text-align: justify;">Já a expectativa sobre o futuro do país e das condições de bem-estar das famílias mostrou padrões contraditórios nas análises por região, tanto no curto prazo (12 meses) quanto no longo prazo (cinco anos). Na Região Norte, por exemplo, houve reduções de 77 para 69 pontos no curto prazo e de 46,3 para 45 pontos no longo prazo, enquanto a Região Sul acusou aumento de 4,5 pontos percentuais nos dois intervalos de tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos aspectos principais medidos pela pesquisa do Ipea refere-se ao valor médio da dívida mensal das famílias, que em abril atingiu R$ 5.581,83, contra R$ 5.414,52 no mesmo mês do ano passado. Os dados revelam que a situação econômica das famílias apresenta taxas negativas em todas as grandes regiões do país, quando a comparação é feita entre abril e março.</p>
<p>Fonte: <a title="Expectativa das famílias sobre desempenho econômico do país dos próximos 12 meses continua alta, diz Ipea" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-05-16/expectativa-das-familias-sobre-desempenho-economico-do-pais-dos-proximos-12-meses-continua-alta-diz-i" target="_blank">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Ritmo de investimentos será mantido mesmo que ritmo de crescimento diminua, diz Augustin</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 02:56:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Daniel Lima<br />
<em>Repórter da Agência Brasil</em></p>
<p style="text-align: justify;">Brasília – O Secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, garantiu hoje (16) que o governo manterá o ritmo dos investimentos mesmo com a economia crescendo menos do que o&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Daniel Lima<br />
<em>Repórter da Agência Brasil</em></p>
<p style="text-align: justify;">Brasília – O Secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, garantiu hoje (16) que o governo manterá o ritmo dos investimentos mesmo com a economia crescendo menos do que o previsto. Até recentemente, a projeção do governo era 4,5% de crescimento em 2012. De acordo com o secretário, o investimento vem crescendo mais do que as despesas de custeio e do que o Produto Interno Bruto (PIB) nominal, e essa é a tendência a ser mantida pelo governo.</p>
<p style="text-align: justify;">“Os investimentos irão crescer ao longo do ano. Gostaríamos de ver um crescimento maior. Achamos que isso é importante para acelerar o reaquecimento da atividade econômica. Portanto, o nosso esforço e o nosso prognóstico é que o investimento cresça este ano mais que o PIB nominal e mais do que o custeio”, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">Augustin também descartou dificuldades do governo para cumprir a meta cheia de superávit primário caso a economia não cresça o esperado pelo governo. O valor estipulado pelo governo para 2012 é R$ 139,8 bilhões. De acordo com o secretário, o governo tem se antecipado para cumprir a meta desde o início do ano.</p>
<p style="text-align: justify;">“Não vejo nenhuma razão para não mantermos total tranquilidade quanto ao cumprimento da meta de superávit primário em 2012 conforme anunciamos. O governo fez um forte contingenciamento no início do ano e está se refletindo em resultado primários expressivos”, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">No mês passado, o secretário garantiu que, embora o governo tenha cumprido antecipadamente a meta de superávit primário – economia de recursos para pagar os juros da dívida pública – prevista para o primeiro quadrimestre, não haveria o afrouxamento do contingenciamento de R$ 55 bilhões do Orçamento, anunciado no início do ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Augustin também descartou a possibilidade de mudança no percentual da meta de superávit primário com a possível queda na receita que o crescimento reduzido pode gerar. “O comportamento das receitas um pouco maior ou um pouco menor nós veremos ao longo do ano. Existem formas de ajustar.”</p>
<p>Fonte: <a title="Ritmo de investimentos será mantido mesmo que ritmo de crescimento diminua, diz Augustin" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-05-16/ritmo-de-investimentos-sera-mantido-mesmo-que-ritmo-de-crescimento-diminua-diz-augustin" target="_blank">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Maio registra fluxo cambial negativo em US$ 639 milhões, até dia 11</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 02:54:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Kelly Oliveira<br />
<em>Repórter da Agência Brasil</em></p>
<p style="text-align: justify;">Brasília &#8211; O saldo da entrada e saída de dólares do país, o fluxo cambial, ficou negativo em US$ 639 milhões, em maio, até o dia 11, informou hoje&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Kelly Oliveira<br />
<em>Repórter da Agência Brasil</em></p>
<p style="text-align: justify;">Brasília &#8211; O saldo da entrada e saída de dólares do país, o fluxo cambial, ficou negativo em US$ 639 milhões, em maio, até o dia 11, informou hoje (16) o Banco Central (BC). O resultado dos oito dias úteis foi puxado pelo segmento financeiro (investimentos em títulos, ações, remessas de lucros e dividendos ao exterior, entre outras operações), que ficou negativo em US$ 2,402 bilhões. O segmento comercial (operações relacionadas a exportações e importações) registrou saldo positivo de US$ 1,763 bilhão.</p>
<p style="text-align: justify;">De janeiro até 11 de maio, o saldo do fluxo cambial ficou positivo em US$ 24,677 bilhões, ante US$ 44,216 registrados em igual período de 2011. Os dados preliminares deste ano mostram ainda que o segmento financeiro registrou saldo positivo de US$ 5,454 bilhões e o comercial, de US$ 19,223 bilhões.</p>
<p style="text-align: justify;">Os dados divulgados hoje pelo BC também apontam que as compras de dólares no mercado à vista elevaram as reservas internacionais em US$ 63 milhões, em maio. Neste mês, essa elevação ocorreu somente no dia 2.</p>
<p>Fonte: <a title="Maio registra fluxo cambial negativo em US$ 639 milhões, até dia 11" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-05-16/maio-registra-fluxo-cambial-negativo-em-us-639-milhoes-ate-dia-11" target="_blank">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Tesouro Nacional mantém compra de dólares para resgate antecipado de títulos, apesar do câmbio desfavorável</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 02:51:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Daniel Lima<br />
<em>Repórter da Agência Brasil</em></p>
<p style="text-align: justify;">Brasília &#8211; O atual patamar no valor do dólar, cotado em torno dos R$ 2, ainda não permite ao Tesouro Nacional anunciar se reduzirá a velocidade na compra da&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Daniel Lima<br />
<em>Repórter da Agência Brasil</em></p>
<p style="text-align: justify;">Brasília &#8211; O atual patamar no valor do dólar, cotado em torno dos R$ 2, ainda não permite ao Tesouro Nacional anunciar se reduzirá a velocidade na compra da moeda norte-americana para resgatar títulos em moeda estrangeira antes do vencimento.</p>
<p style="text-align: justify;">A informação é do Secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, que considerou prematuro fazer comentário sobre o comportamento do Tesouro Nacional ante a situação atual do câmbio.</p>
<p style="text-align: justify;">Augustin esteve hoje (16) na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados para apresentar aos parlamentares números da execução orçamentária da União e do desempenho das transferências constitucionais dos fundos de Participação dos Estados, Distrito Federal e Municípios.</p>
<p style="text-align: justify;">Arno lembrou que o Tesouro Nacional não pode fazer comentário sobre as flutuações da moeda norte-americana, mas a instabilidade do dólar tem sido acompanhada com atenção pelos técnicos do Ministério da Fazenda.</p>
<p style="text-align: justify;">“Houve um momento de maior valorização do real e agora estamos em outro momento. Isso é um processo. É uma questão que tem que ser olhada no âmbito das mudanças do cenário internacional, mudanças que ocorrem frequentemente”, destacou.</p>
<p>Fonte: <a title="Tesouro Nacional mantém compra de dólares para resgate antecipado de títulos, apesar do câmbio desfavorável" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-05-16/tesouro-nacional-mantem-compra-de-dolares-para-resgate-antecipado-de-titulos-apesar-do-cambio-desfavo" target="_blank">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Secretário do Tesouro adverte para momento de cuidado com crescimento da economia brasileira</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 02:47:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Daniel Lima<br />
<em>Repórter da Agência Brasil</em></p>
<p style="text-align: justify;">Brasília &#8211; O Secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, avalia que, devido à instabilidade internacional, o momento é de “cuidado e preocupação” com o crescimento da economia brasileira. Ele&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Daniel Lima<br />
<em>Repórter da Agência Brasil</em></p>
<p style="text-align: justify;">Brasília &#8211; O Secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, avalia que, devido à instabilidade internacional, o momento é de “cuidado e preocupação” com o crescimento da economia brasileira. Ele esteve hoje (16) na Câmara dos Deputados a convite da Comissão de Finanças e Tributação.</p>
<p style="text-align: justify;">Arno Augustin apresentou aos parlamentares números da execução orçamentária da União e do desempenho das transferências constitucionais relativas aos fundos de Participação dos Estados, Distrito Federal e Municípios.</p>
<p style="text-align: justify;">Arno Augustin não quis antecipar se o governo está revisando as projeções de crescimento da economia para 2012. Até recentemente, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, garantia que o Brasil poderia crescer 4,5%, mesmo diante da crise. Entretanto, em entrevista ao jornal <em>O Estado de S. Paulo</em> publicada hoje, admitiu que o Brasil crescerá menos.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Arno Augustin, o processo de revisão dos indicadores é constante, principalmente quando se trata do crescimento da economia ante o atual cenário internacional.</p>
<p style="text-align: justify;">“Dada a volatilidade internacional, evidentemente que esse é um momento de cuidado e de preocupação. Obviamente, o crescimento é um das variáveis mais importante e, permanentemente, sempre estamos olhando. É uma revisão permanente”, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">Conforme o secretário, não é novidade o governo ter que mudar suas projeções, principalmente em um momento de instabilidade, pois “é muito difícil definir com exatidão o que vai acontecer”.</p>
<p style="text-align: justify;">Augustin destacou que a Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda está elaborando o documento bimestral de reprogramação orçamentária, a ser publicado no próximo dia 20, que atualizará a projeção do governo para o crescimento da economia brasileira em 2012.</p>
<p>Fonte: <a title="Secretário do Tesouro adverte para momento de cuidado com crescimento da economia brasileira" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-05-16/secretario-do-tesouro-adverte-para-momento-de-cuidado-com-crescimento-da-economia-brasileira" target="_blank">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Inadimplência do consumidor tem maior alta para meses de abril desde 2002</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 02:45:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Da Agência Brasil<br />
</em></p>
<p style="text-align: justify;">São Paulo &#8211; A inadimplência dos consumidores registrou crescimento de 4,8% em abril na comparação com março deste ano, segundo levantamento divulgado hoje (16) pela empresa de consultoria Serasa Experian. No&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Da Agência Brasil<br />
</em></p>
<p style="text-align: justify;">São Paulo &#8211; A inadimplência dos consumidores registrou crescimento de 4,8% em abril na comparação com março deste ano, segundo levantamento divulgado hoje (16) pela empresa de consultoria Serasa Experian. No fechamento dos quatro primeiros meses do ano, o índice apresentou alta de 19,6%. Já na relação anual – abril deste ano ante o mesmo mês do ano passado – o aumento foi ainda mais intenso e chegou a 23,7%. É a maior variação para o mês de abril desde 2002.</p>
<p style="text-align: justify;">Para os economistas da Serasa, o aumento da inadimplência do consumidor mostra que as dificuldades de honrar as despesas de início de ano, aliadas ao endividamento crescente, estenderam-se para além do mês de março, considerado o mais crítico do ano.</p>
<p>A inadimplência não bancária (cartões de crédito e com financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços como telefonia e fornecimento de energia elétrica e água) puxou a alta do índice com variação de 8,8%. As dívidas com os bancos registraram crescimento de 4,3%. Já os títulos protestados e os cheques sem fundos apresentaram queda de 13,7% e 7,4%, respectivamente, contribuindo para que o indicador de inadimplência do consumidor não subisse mais.</p>
<p style="text-align: justify;">O valor médio das dívidas cresceu de janeiro a abril de 2012. O das dívidas não bancárias aumentou 23,8%, o dos cheques sem fundos, 12%, o dos títulos protestados, 8,8% e o das dívidas com os bancos, 0,1%.</p>
<p>Fonte: <a title="Inadimplência do consumidor tem maior alta para meses de abril desde 2002" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-05-16/inadimplencia-do-consumidor-tem-maior-alta-para-meses-de-abril-desde-2002" target="_blank">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Salários pagos por empresas brasileiras cresceram 0,6%; média em 2010 chegou a R$ 1.650</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 02:40:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Vitor Abdala<br />
<em>Repórter da Agência Brasil<br />
</em></p>
<p style="text-align: justify;">Rio de Janeiro – Os salários médios pagos pelas empresas e outras organizações brasileiras cresceram 0,6% entre 2009 e 2010. O dado é da pesquisa do Cadastro&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Vitor Abdala<br />
<em>Repórter da Agência Brasil<br />
</em></p>
<p style="text-align: justify;">Rio de Janeiro – Os salários médios pagos pelas empresas e outras organizações brasileiras cresceram 0,6% entre 2009 e 2010. O dado é da pesquisa do Cadastro Central de Empresas 2010, divulgada hoje (16) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o levantamento, o salário médio passou de R$ 1.640,12 em 2009 para R$ 1.650,30 no ano seguinte. O destaque ficou com as empresas da indústria extrativa (12,4%), cuja média salarial passou de R$ 2.823,91, em 2009, para R$ 3.173,32, em 2010. Entre os cinco setores que tiveram redução salarial, a maior queda ficou com as empresas do segmento de atividades profissionais, científicas e técnicas (queda de 3%).</p>
<p style="text-align: justify;">A maior média salarial em 2010 continuou sendo paga pelas empresas de eletricidade e gás: R$ 5.125,90, ou seja, quase três vezes a mais do que a média geral. Já o menor salário ficou com o setor de alojamento e alimentação (R$ 779,58, menos da metade da média).</p>
<p style="text-align: justify;">Os salários pagos mantiveram a proporcionalidade em relação ao tamanho das empresas. Enquanto as microempresas pagaram, em média, R$ 825,42 aos empregados, as grandes pagaram R$ 2.019,57. Os maiores salários em 2010 continuaram sendo pagos na Região Centro-Oeste (3,9 salários mínimos) e os menores, na Região Nordeste (2,5 salários mínimos).</p>
<p>Fonte: <a title="Salários pagos por empresas brasileiras cresceram 0,6%; média em 2010 chegou a R$ 1.650 " href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-05-16/salarios-pagos-por-empresas-brasileiras-cresceram-06-media-em-2010-chegou-r-1650" target="_blank">Agência Brasil</a></p>
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		<title>IBGE: diferença salarial entre homens e mulheres cresceu em 2010</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 02:34:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Vitor Abdala<br />
<em>Repórter da Agência Brasil<br />
</em></p>
<p style="text-align: justify;">Rio de Janeiro – A diferença nos salários pagos a homens e a mulheres aumentou em 2010, segundo dados do Cadastro Central de Empresas, do Instituto Brasileiro&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Vitor Abdala<br />
<em>Repórter da Agência Brasil<br />
</em></p>
<p style="text-align: justify;">Rio de Janeiro – A diferença nos salários pagos a homens e a mulheres aumentou em 2010, segundo dados do Cadastro Central de Empresas, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Se, em 2009, os homens ganhavam, em média, 24,1% a mais que as mulheres, em 2010 essa diferença subiu para 25%.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o IBGE, em 2010, a média salarial dos homens era 3,5 salários mínimos, enquanto que a das mulheres era 2,8 salários mínimos. Enquanto isso, as mulheres, que respondiam por 41,9% do pessoal ocupado em 2009, passaram a representar 42,1% da força de trabalho na empresas e outras organizações brasileiras.</p>
<p style="text-align: justify;">“O que a gente percebe é uma concentração muito grande de mulheres nas empresas menores, que pagam os salários mais baixos”, disse Kátia Medeiros de Carvalho, analista das estatísticas do cadastro de empresas do IBGE.</p>
<p style="text-align: justify;">A pesquisa também mostrou um aumento na diferença dos salários pagos de acordo com o nível de escolaridade do empregado. Em 2009, quem tinha ensino superior ganhava de 225% a mais, em média. Em 2010, essa diferença passou para 230,4%.</p>
<p style="text-align: justify;">Trabalhadores com ensino superior receberam, em média, 7,6 salários mínimos em 2010, enquanto aqueles sem escolaridade superior tiveram média salarial de 2,3 salários mínimos no mesmo ano.</p>
<p>Fonte: <a title="IBGE: diferença salarial entre homens e mulheres cresceu em 2010" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-05-16/ibge-diferenca-salarial-entre-homens-e-mulheres-cresceu-em-2010" target="_blank">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Pessoal ocupado em empresas e outras organizações cresceu 6,5% em 2010</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 02:31:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Vitor Abdala<br />
<em>Repórter da Agência Brasil</em></p>
<p style="text-align: justify;">Rio de Janeiro – O total de pessoal ocupado no país aumentou 6,5% entre 2009 e 2010. Segundo o Cadastro Central de Empresas, do Instituto Brasileiro de Geografia e&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Vitor Abdala<br />
<em>Repórter da Agência Brasil</em></p>
<p style="text-align: justify;">Rio de Janeiro – O total de pessoal ocupado no país aumentou 6,5% entre 2009 e 2010. Segundo o Cadastro Central de Empresas, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mais 3 milhões de pessoas passaram a trabalhar em 2010, aumentando para 49,73 milhões a força de trabalho das empresas e outras organizações brasileiras.</p>
<p style="text-align: justify;">O número de pessoal assalariado ampliou 6,9% &#8211; 2,8 milhões de empregados, em números absolutos. As empresas de comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas responderam por 22,1% do total do pessoal ocupado e por 18,7% dos assalariados, em 2010.</p>
<p style="text-align: justify;">As indústrias de transformação foram o segundo principal empregador do país naquele ano, respondendo por 17,4% do pessoal ocupado e por 18,6% dos assalariados.</p>
<p style="text-align: justify;">Sob a ótica do porte das empresas, as grandes empresas concentravam 35,6% do pessoal ocupado e 42,9% dos assalariados, enquanto as micro respondiam por 26,5% e 14,6%, respectivamente.</p>
<p style="text-align: justify;">A pesquisa do IBGE mostra que o número de empresas e outras organizações cresceu menos que o de empregados, entre 2009 e 2010. O crescimento foi de 5,8%, ou seja 280,7 mil a mais, totalizando, em 2010, 5,13 milhões de empresas, órgãos de administração pública e entidades sem fins lucrativos. As microempresas respondem por 4,1 milhões, ou 88,5% desse total.</p>
<p>Fonte: <a title="Pessoal ocupado em empresas e outras organizações cresceu 6,5% em 2010" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-05-16/pessoal-ocupado-em-empresas-e-outras-organizacoes-cresceu-65-em-2010" target="_blank">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Índice de Clima Econômico fica estável no Brasil e aumenta na América Latina</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 02:27:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Thais Leitão<br />
<em>Repórter da Agência Brasil<br />
</em></p>
<p style="text-align: justify;">Rio de Janeiro &#8211; O Índice de Clima Econômico (ICE) brasileiro, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), ficou estável, entre janeiro e abril deste ano, em 6,2&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Thais Leitão<br />
<em>Repórter da Agência Brasil<br />
</em></p>
<p style="text-align: justify;">Rio de Janeiro &#8211; O Índice de Clima Econômico (ICE) brasileiro, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), ficou estável, entre janeiro e abril deste ano, em 6,2 pontos. O indicador, divulgado hoje (16), serve para monitorar e antecipar tendências econômicas, com base em dados fornecidos trimestralmente por especialistas na economia do país.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos componentes do ICE é o Índice da Situação Atual (ISA) que diminuiu de 6,3 para 5,6 pontos. Já o Índice de Expectativas, que traz a percepção para os próximos seis meses, aumentou de 6 para 6,7 pontos.</p>
<p style="text-align: justify;">Como em ambos os índices o Brasil teve mais de 5 pontos, considera-se que o país está em fase de expansão econômica. As outras fases do ICE são recessão (quando ambos subíndices estão abaixo de 5) e recuperação (quando o IE é superior e o ISA inferior a 5).</p>
<p style="text-align: justify;">Na avaliação dos especialistas, o principal problema apontado do Brasil é a falta de competitividade e de mão de obra qualificada.</p>
<p style="text-align: justify;">Na média, o ICE da América Latina aumentou de 5 para 5,2 pontos. Entre os 11 países latino-americanos pesquisados, o Brasil ficou atrás do Peru (7,2), do Equador (6,7), da Colômbia (6,7) e do Uruguai (6,4) e empatou com o Chile, que também teve 6,2 pontos.</p>
<p style="text-align: justify;">Na média mundial, o ICE passou de 4,6 para 5,3 pontos. A melhora foi puxada pelo IE, que aumentou de 4,6 para 5,8 pontos. Já o ISA, embora tenha registrado um pequeno aumento, continua na zona de avaliação desfavorável. Com esses resultados, o mundo saiu da fase de recessão e passou para a de recuperação.</p>
<p style="text-align: justify;">O Índice de Clima Econômico é calculado, em parceria com o instituto alemão Ifo, com base em notas de 1 a 9 atribuídas por especialistas em economia de cada país.</p>
<p>Fonte: <a title="Índice de Clima Econômico fica estável no Brasil e aumenta na América Latina" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-05-16/indice-de-clima-economico-fica-estavel-no-brasil-e-aumenta-na-america-latina" target="_blank">Agência Brasil</a></p>
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